Porque é que o Céu é Azul?

17 junho | 17h00
Teatro Aveirense, Aveiro (Rua Belém do Pará 3810 – 066 Aveiro)

“Porque é que o céu é azul?” Surge da vontade de estabelecer uma ponte entre dois campos distintos, a Ciência e a Arte. A DCTR – Associação Cultural e a Universidade de Aveiro, através da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro, uniram forças para dar vida a uma nova criação, em que estas duas linguagens se cruzam, no âmbito pedagógico, transformando em movimento os fenómenos que apenas a pragmática Ciência poderia explicar.

Tendo o imaginário como palco principal, os intérpretes materializam aspetos explicados pela Física, que explanam processos como a nossa perceção visual da luz e que fatores influenciam a travessia das ondas eletromagneticas vindas do Sol, criando uma narrativa poética através do movimento e fisicalidade abstrata para a representação dos processos.

vídeo promocional

 

DCTR e Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro . conceito
Liliana Garcia . criação
António Costa (Dino) . desenho de luz
Sofia Teixeira e Pedro Pombo . coordenação científica
OpenField CreativeLab . coordenador componente tecnológica
Intérpretes: bailarinos da Escola Superior de Dança e da Dancenter – Companhia de Dança

coprodução . Câmara Municipal de Aveiro | Teatro Aveirense
agradecimento . Instituição Florinhas do Vouga
apoios . Conservatório de Música e Dança da JOBRA, Conservatório David Sousa e Conservatório de Dança Vale do Sousa

Público-alvo | Maiores de 6
Bilhetes | 3,00€
Bilheteira | Teatro Aveirense 

Parceria | DCTR Associação Cultural e Escola Superior de Dança

Mais informações: DCTR Associação Cultural

Fotografia © DCTR

Compota, improvisação interdisciplinar

Criatividade e colaboração

8 junho | 22h00
9 junho | 17h00 e 22h00
Teatro Meridional, Lisboa (Rua do Açúcar, 64 | Beco da Mitra - Poço do Bispo)

Paula Pinto . coordenação artística
João Cunha . orientação pedagógica
Bárbara Simões da Hora . vídeo e fotografia
Isabel Peres . figurinos
Intérpretes: Ana Branquinho, Ângelo Cid Neto, Fernando Chainço, Ileana Brancoveanu, Inês Coimbra, Joana Carvalho, Joana Simões, Luís Martinez, Victor Hugo Afonso e Vitor Martins (movimento e voz) | Luís Fernandes (ambientes sonoros) Miguel Mira (violoncelo e desenho) | Daniel Rondulha e Carlotta Premazzi (criação vídeo)

O Teatro Meridional acolhe a produção Sentidos Ilimitados, COMPOTA. improvisação multidisciplinar, em residência artística até 9 de Junho.
Os espetáculos resultantes desta residência, inspirada em Agostinho da Silva (1906-1994), filósofo, poeta e ensaísta, um dos mais importantes intelectuais portugueses do século XX, reúne artistas profissionais com alunos da Licenciatura em Dança da Escola Superior de Dança (IPL).
Estes espectáculos proporcionam uma experiência pedagógica para alunos nas áreas de dança, interpretação, artes do espectáculo e merece a atenção da vossa comunidade.

Público-alvo | Maiores de 6
Duração | 1h00
Bilhetes | 3,00€ (preçário para Estudantes de Artes Cénicas - alunos de dança e de artes de espectáculo, e formadores para este projecto)
As reservas deverão ser feitas para o contacto da bilheteira do Teatro Meridional – 91 999 12 13, no seguinte horário:
3ª Feira - 14:00h às 20:00h
4ª Feira a Sábado - 14:00h às 21:30h

Os bilhetes poderão ser adquiridos na BOL- Bilheteira Online ou na bilheteira do teatro nos dias dos espetáculos.
A Bilheteira do Teatro abre ao público uma hora antes do espectáculo.

Parceria |  Sentidos Ilimitados e Escola Superior de Dança

Mais informações: Compota

Fotografia © A.BUSCKA

Finalmente o Céu

Site specific no Castelo de S. Jorge, Lisboa
dias 7, 8, 14, 15, 21 e 22 de junho de 2018, pelas 19h00

Os alunos finalistas do curso de Licenciatura em Dança da ESD, com orientação da professora Amélia Bentes, irão apresentar o site specific Finalmente o Céu dentro das muralhas do Castelo de S. Jorge.

Os alunos estiveram em Residência Artística no Castelo de S. Jorge, em fase de processo criativo, entre 17 de maio e 1 de junho, de segunda a sexta, das 14h00 às 17h00.

A partir de 7 de junho, e durante 3 semanas, às quintas e sextas-feiras, os vários S. Jorge irão habitar o Castelo e gritarão aos transeuntes, o seu grito de guerra – a arte da vitória e da devoção. Levarão a todos os presentes o espírito de bravura e a força para vencerem os próprios medos. E todos os S. Jorge que habitam o Castelo poderão ser guerreiros e vencedores.

"Finalmente o Céu (em latim, Caelum Denique) é um grito de guerra, ou grito de armas, usado pela cruzadas durante as guerras santas. Um grito de incentivo à ação, à força, à proteção do guerreiro e à coragem.
A importância de São Jorge é enorme entre os Portugueses mas também em vários países do mundo. Simboliza nos dias de hoje a arte da vitória e da devoção, mas também o espírito de bravura e a força para se vencer os próprios medos. Apesar das nossas lutas é o equilíbrio que importa.
Como afirma Leonardo Boff , “Existem dois lados do ser humano: o de Dragão e o de São Jorge. Isso é assim porque a nossa vida é sempre feita de luz e de sombras, do dia-bólico (aquilo que separa) e do simbólico (aquilo que une).” São Jorge é o que nos mostra como, nessa luta, podemos ser guerreiros e vencedores. Ele enfrentou o dragão: dá rosto à força do eu, da própria identidade, garantindo a vitória. "      (Amélia Bentes, 2018)

O evento realiza-se ao abrigo da parceria entre a EGEAC/Castelo de S. Jorge e a ESD/IPL e está integrado na unidade curricular Projeto VI do curso de Licenciatura em Dança.

Entrada | bilhete Castelo de S. Jorge

Fotografia © Joaquim Leal

 

Ciclo 5

Apresentações e espetáculos com trabalhos dos alunos da ESD

De 4 a 9 de junho de 2018 decorre o Ciclo 5 que tem como objetivo mostrar ao público o resultado de mais um ciclo de trabalho artístico da ESD.

PROGRAMAÇÃO

6 e 8 de junho | 14h00
7 de junho | 10h30
Recreios da Amadora
(Av. Santos Mattos, 2 - Venteira - 2700-748 Amadora)

ESPANTO de Fernando Crêspo

Nova criação coreográfica interpretada pelos alunos do 2º ano do curso de Licenciatura em Dança. Este espetáculo será depois trabalhado em estúdio, no âmbito da Bolsa Educativa, com a orientação de Ana Silva Marques.


6 e 8 de junho | 19h00
Recreios da Amadora (Av. Santos Mattos, 2 - Venteira - 2700-748 Amadora)

(RE)ENCONTROS de Ofélia Cardoso
Recriação para alunos do 3º ano do curso de Licenciatura em Dança.

METAMORPHOSIS de Barbara Griggi
Nova criação interpretada pelos alunos do 1º ano do curso de Licenciatura em Dança.

Sinopse: "O eterno ciclo da vida, que se mantém em constante movimento e transformação, encerra dentro de si forças modeladoras e regeneradoras que propiciam os seus diferentes estádios e formas tal como se nos apresentam." (Barbara Griggi, 2018)

 

8 de junho | 13h30
Estúdio C3 (ESD - Campus do ISEL)

CRIAÇÕES II
Apresentações dos trabalhos coreográficos alunos do 1º ano do curso de Licenciatura em Dança, no âmbito da unidade curricular ‘Estudos de Movimento II’, sob orientação de Luís Carraça.


7 e 8 de junho | 19h00*
Castelo de São Jorge

FINALMENTE O CÉU de Amélia Bentes
Os estudantes finalistas do curso de Licenciatura em Dança da ESD, com orientação da professora Amélia Bentes, irão apresentar dentro das muralhas do Castelo de São Jorge o site specific 'Finalmente o Céu'.

Sinopse: "Finalmente o Céu" (em latim, Caelum Denique) é um grito de guerra, ou grito de armas, usado pela cruzadas durante as guerras santas. Um grito de incentivo à ação, à força, à proteção do guerreiro e à coragem.
A importância de São Jorge é enorme entre os Portugueses mas também em vários países do mundo. Simboliza nos dias de hoje a arte da vitória e da devoção, mas também o espírito de bravura e a força para se vencer os próprios medos. Apesar das nossas lutas é o equilíbrio que importa.
Como afirma Leonardo Boff , “Existem dois lados do ser humano: o de Dragão e o de São Jorge. Isso é assim porque a nossa vida é sempre feita de luz e de sombras, do dia-bólico (aquilo que separa) e do sim-bólico (aquilo que une).” São Jorge é o que nos mostra como, nessa luta, podemos ser guerreiros e vencedores. Ele enfrentou o dragão: dá rosto à força do eu, da própria identidade, garantindo a vitória.

O evento realiza-se ao abrigo da parceria entre a EGEAC/Castelo de S. Jorge e a ESD/IPL e está integrado na unidade curricular Projeto VI do curso de Licenciatura em Dança.
(*) O espetáculo repete-se nos dias 14, 15, 21 e 22 de junho às 19h00.

Entrada | bilhete Castelo de S. Jorge


8 de junho | 22h00
9 de junho | 17h00 e 22h00
Teatro Meridional
(Rua do Açúcar, 64 | Beco da Mitra - Poço do Bispo 1950 - 009 Lisboa)

COMPOTA "à Solta"
Com coordenação artística de Paula Pinto, os estudantes do 2º ano do curso de Licenciatura em Dança da ESD, irão apresentar o seu trabalho coreográfico, desenvolvido com a Compota.

Este projeto é uma parceria entre a Associação Sentidosilimitados e a ESD, e integrou a unidade curricular Projeto IV do curso de Licenciatura em Dança.


4 a 9 de junho
Estúdios Victor Córdon 
(Rua Victor Córdon, 20, 1200-484 Lisboa)

SEMANA COMPOSITORES E COREÓGRAFOS
Com orientação de Luís Tinoco e Victor Hugo Pontes, os estudantes finalistas do curso de Licenciatura em Dança da ESD, irão desenvolver trabalho de conjunto entre a música e a dança, entre o compositor e o coreógrafo.

Este projeto é uma parceria entre a OPART - Estúdios Victor Córdon e a ESD, e integra a unidade curricular Projeto VI do curso de Licenciatura em Dança.

Semana Compositores e Coreógrafos

Masterclass com Mark Freeman

01 junho 2018 | 11h00
Sala C.1.08

Mark Freeman, realizador de vídeo e de documentário, e professor, irá conduzir uma masterclass, no âmbito da parceria com a Vo'Arte, aos alunos do 2º ano  (Turmas 4A e 4B) do Curso de Licenciatura em Dança da ESD.

Realizador de vídeo e de documentário com mais de 30 anos de experiência, é professor de Televisão, Cinema e Novos Media na Escola de Teatro, Televisão e Cinema na Universidade de San Diego, EUA. Tem produzido e dirigido, escrito e editado programas para a televisão pública.
Os documentários de Mark Freeman ganharam inúmeros prémios, incluindo uma Gold Apple no The National Educational Film and Video Festival, um Certificado de Mérito no Chicago International Film Festival e uma Red Ribbon no American Film and Video Festival.
Os filmes estão nas colecções de bibliotecas e universidades por todo o país (EUA) e têm sido exibidos em museus, incluindo o Weltmuseum (Viena), Hong-Gah Museum (Taipei), Smithsonian Institute's National Museum of Natural History, American Museum of Natural History e o Museum of Modern Art (NY).

Faço filmes e ensino a fazê-los porque acredito, profundamente, que moldam as nossas atitudes, valores e comportamentos. As imagens que criamos e consumimos têm um poder real. Este trabalho é fundamentado pela perspectiva da minha prática documental que se cruza com a dança projectada para o ecrã.
As histórias que escolho baseiam-se nas experiências das pessoas comuns. Faço retratos de uma comunidade. Cada um dos meus documentários capta um momento, comum na nossa história social, um fragmento da nossa memória colectiva em tempos de desafios complexos e de mudanças rápidas.

 - Mark Freeman -

Durante a sua masterclass, Mark Freeman levará os participantes para o mundo do cinema (do documentário) que se move dentro do universo da dança e do movimento.
Os filmes do realizador exploram a dança dentro da sua relação com a tradição e inovação, da interação com a câmara e enquanto ferramenta que reúne pessoas e comunidades.

Cartaz

Masterclass com Ugo Ranieri

23 maio 2018 | 17h00
Estúdios Victor Cordon

Ugo Ranieri, Mestre de Ballet, irá conduzir uma masterclass de técnica de dança clássica, no âmbito da parceria com a Companhia Nacional de Bailado, aos alunos do 3º ano  (Turma 6B) do Curso de Licenciatura em Dança da ESD.

Formou-se na Escola de Ballet “Teatro di San Carlo” em Nápoles e aperfeiçoou a sua técnica na Academia Nacional de Dança em Roma. Depois de várias experiências em vários teatros italianos, tornou-se bailarino principal na Companhia de Ballet do “Teatro di San Carlo”, dançando em todas as produções, cobrindo papéis de étoile e participando de todas as tournées, tanto na Itália como no exterior.

No seu repertório podem ser citadas coreografias de Rudolf Nureyev, John Cranko, Ricardo Nuñez, George Balanchine, Roland Petit, August Bournonville, Alexander Gorsky, Marius Petipa, Luciano Cannito, Ugo dell'Ara, Fabrizio Monteverde, Renato Zanella, Youri. Vámos, Katarina Obradović, Jacqueline De Min, Zarko Prebil, Milko Sparemblek, Amedeo Amodio, Derek Deane, Nacho Duato, Mats Ek, Heinz Spoerli, Vladimir Vassiliev, Sir Frederick Ashton, Nanette Glushak, Leonide Massine.

Em 1994 e 2000, foi premiado com o Léonide Massine Price para Art and Dance.

De 2005 a 2013 é professor, mestre de ballet e assistente de direção na Companhia de Ballet do “Teatro di San Carlo” em Nápoles.
É coreógrafo assistente da Companhia de Ballet “Teatro di San Carlo”, onde encena os bailados que integram todas as produções da programação anual desta companhia.

Das várias produções destaca: “Ma Pavola”, de Roland Petit; "Barmoon", de Fabrizio Monteverde; "Giselle", de Derek Deane; “Giselle”, de Ricardo Nuñez; “O Lago dos Cisnes”, de Ricardo Nuñez; "Onegin", de John Cranko; “Zorba, o grego”, de Lorca Massine; “Mireille”, de Jean-Charles Gil; “Carmina Burana”, de Youri Vámos; “Morte e a donzela” e “Fandango da Luz”, de Robert North; "Giselle", de Mats Ek; "Il mio Angelo", de Luc Buy; “Sem palavras”, de Nacho Duato; “La Strada”, de Mario Pistoni; “Carmen”, de Misha van Hoeck; “La Chauve-souris”, de Roland Petit; “Cantata”, de Mauro Bigonzetti; "Don Quixote", de Alexei Fadeyechev.

Masterclass com Fábio Lopez

22 maio 2018 | 13h00
Estúdio A1

Fábio Lopez, bailarino, diretor artístico e professor de dança clássica , irá conduzir uma masterclass de técnica de dança clássica, a convite da Escola Superior de Dança, aos alunos do 2º ano  (Turma 4B) do Curso de Licenciatura em Dança da ESD.

Concluiu, em 2004, os seus estudos na Escola Artística de Dança do Conservatório Nacional (Portugal), tendo posteriormente frequentado o «Summer Intensive» da Juilliard School (Nova Iorque) e completado a sua formação na Escola-Atelier Rudra Béjart Lausanne (Suiça).

Em 2006, juntou-se ao Malandain Ballet Biarritz, onde interpretou, entre outros, o papel de Teobaldo, em «Romeu e Julieta», da malvada meia-irmã de Cinderela, Javotte, em «Cinderela», ou ainda o «Concerto 21», em «Mozart a 2».
Teve a oportunidade de trabalhar com personalidades como Victor Ullate, Cyril Atanassoff, Maina Gielgud, Violette Verdy, Frank Andersen, Dinna Bjorn, Azari Plissetski, Andrey Klemm, Sylvianne Bayard, Nils Christe, Georges GarciMichel Gascard, Lienz Chang, Eva Lopez Crevillon, Urtzi Aramburu, Céline Talon, Thierry Malandain e o proprio Maurice Béjart.

Em 2012, ganhou o 3.º Prémio Coreográfico ADAMI/Synodales.
«Poil de Carotte», peça concebida em colaboração com o renomado compositor francês Thierry Escaich, foi bem recebida pela critica francesa aquando do último «Festival du Temps d’Aimer la Danse 2016».

Foi premiado pela Caisse des Dépôts et Consignations, que lhe atribuiu um apoio financeiro importante para o desenvolvimento do seu trabalho coreográfico na temporada 2017/2018. Foi igualmente coreógrafo convidado, em dezembro de 2017, do Conservatório Nacional Superior de Música e de Dança de Paris. Até 2020, é artista associado da «Plateforme Chorégraphique de Bayonne» “OLDEAK” (França), em conjunto com a sua Companhia de Dança ILLICITE BAYONNE.

Possui, desde 2010, o «Diplôme d’État» de Professor de Dança Clássica. Orientou Workshops e estágios em Israel, na Alemanha, nos Estados Unidos, em Porto Rico, em Espanha, em Itália e em França.

Compagnie Illicite
Plateforme Choregraphique de Bayonne

Masterclass com Slavisa Lamounier

16 maio 2018 | 16h00
Estúdio C1

Slavisa Lamounier, artista-bailarina, coreógrafa, jornalista e educadora, a convite da Escola Superior de Dança, irá conduzir uma masterclass sobre o projeto 'DIGITAL SOCK: Estudo e desenvolvimento de instrumentos musicais digitais com ênfase em Interface Gestual, Análise do Movimento e Interatividade', aos alunos do 3º ano (Turma 6B) do Curso de Licenciatura em Dança da ESD.

Possui uma especialização em Mídia-Educação (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Brasil) e em Educação Especial no domínio cognitivo e motor (Escola Superior de Educação Paula Frassinetti, Porto-Portugal).
Como pesquisadora tem como principal foco de investigação a análise dos gestos expressivos e musicais durante processos interacionais, sejam eles, performances artísticas, práticas pedagógicas e/ou psicopedagógicas.
Concluiu em 2015 o Curso de Doutoramento em Ciências da Educação pela Universidade do Porto (Portugal) com o projeto MÍDIA-EDUCAÇÃO E NOVAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: os meios de comunicação de massa como Interlocutores Educativos em busca de uma aprendizagem com sentido, sob a orientação do Professor Doutor Rui Trindade
Atualmente está inserida no Programa de Doutoramento em Ciências e Tecnologia das Artes, da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa e CITAR, sob a orientação do Professor Doutor Paulo Ferreira-Lopes, sendo bolsista pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia – FCT com o projeto DIGITAL SOCK: Estudo e desenvolvimento de instrumentos musicais digitais com ênfase em Interface Gestual, Análise do Movimento e Interatividade.

 

DIGITAL SOCK: Estudo e desenvolvimento de instrumentos musicais digitais com ênfase em Interface Gestual, Análise do Movimento e Interatividade

A abordagem geral deste projeto é o estudo e desenvolvimento de um instrumento musical digital, cujo controle sonoro é realizado através do movimento dos pés, e sua capacidade interativa. A expressão musical (performance) e o estudo do movimento gerado pela manipulação do instrumento (ações, gesto físico), são igualmente foco desta investigação.
Dividida em duas linhas estruturais, este projeto investiga por um lado, a constituição do movimento em sua gênese como forma de expressão, comunicação e linguagem interacional e por outro, orienta-se na concepção e desenvolvimento de um protótipo instrumental que, diferentemente da maior parte dos instrumentos musicais, concebidos e/ou adaptados à mão, tem como objetivo explorar os movimentos dos pés durante a concepção sonora.
O cruzamento dessas duas vertentes investigativas tem como objetivo compreender os elementos corporais que caracterizam o gesto musical durante a manipulação do novo instrumento, levando em conta a experimentação, a performance e a composição artística, como também o impacto pedagógico do novo instrumento no ensino musical e em terapias psicopedagógicas voltadas a jovens com Necessidades Educativas Especiais, nomeadamente estudantes com Perturbação do Espectro do Autismo.

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: André Lamounier (Pianista e Compositor)

Cartaz
O projeto DIGITAL SOCK

Masterclass com Carla Fernandes e Stephan Jurgens

14 maio 2018 : Dance and Documentation
– An Introduction to: TKB - A Transmedia Knowledge Base for Contemporary Dance

15 maio 2018 : Dance in virtual reality
- An introduction to: Blackbox - Arts & Cognition


9h00 - 10h30 | Estúdio C1

Carla Montez Fernandes, investigadora e responsável pelos projetos 'TKB' e 'Blackbox',  a convite da Escola Superior de Dança, irá conduzir uma masterclass aos alunos do 3º ano  (Turma 62) do Curso de Licenciatura em Dança da ESD, com o seu convidado Stephan Jurgens, investigador e coreógrafo transdisciplinar.

CARLA MONTEZ FERNANDES

Mestre em Lexicologia / Terminologia e Doutorada em Linguística (FCSH-UNL / Vrije Universiteit Amsterdam). Atualmente trabalha principalmente como investigadora principal do ERC na FCSH - Universidade Nova de Lisboa.

Chefe do projecto ‘BlackBox’, financiado pelo European Research Council e intitulado: “A collaborative platform to document performance composition: from conceptual structures in the backstage to customizable visualizations in the front-end".
Investigadora principal do “Projeto TKB” (Base de Conhecimento Transmídia para artes cênicas) financiado pela Fundação Nacional de Ciência e Tecnologia em Portugal.

Parceiro de investigação em projetos financiados pela UE (a saber, “Inside Movement Knowledge”, “LABO 21”, “EuropeanaSpace” e “RICHES”) nas passagens de Arts & Science e na digitalização do Património Cultural Imaterial.
Atualmente, o seu foco de pesquisa está na interseção da Lingüística, Cognição, Estudos de Gestos e Artes Cênicas (de perspectivas cognitivas e etnográficas), particularmente no que diz respeito à anotação de corpora multimodal em arquivos digitais dinâmicos e colaborativos para a análise/documentação da dança contemporânea. Apoia uma visão incorporada e distribuída da mente humana, alinhada com a ciência cognitiva contemporânea.

Supervisora de dissertações de mestrado e tese de doutoramento em Comunicação Multimodal / Lexicologia / Artes Cênicas e Medias Digitais / Semiótica Cognitiva na: Universidade Nova de Lisboa; FE-Universidade do Porto; FL - Universidade de Lisboa; FMH - Universidade de Lisboa. Professor convidado da UFBA, Salvador, Brasil.
Consultora científica para várias estruturas relacionadas com dança em Portugal, Holanda, Reino Unido e Alemanha.
Autora de capítulos em livros e artigos, em publicações internacionais nos campos da Linguística (Cognitiva), Corpora Multimodal, Media Digital e Património Cultural.

STEPHAN JURGENS

Investigador, coreógrafo transdisciplinar e professor. Doutorado em Contemporary Choreography and New Media Technologies. Desenha sistemas interactivos para performance digital.
Especializou-se em formar profissionais para o uso de novas tecnologias em palco.
Colaborou em vários projetos de investigação internacionais, como por exemplo Eurodans.net, TeDance, e TKB (Transmedia Knowledge Base for Contemporary Dance), em que investiram o uso de tecnologias mais recentes no âmbito da performance ao vivo e da dança contemporânea.
Atualmente é investigador no projeto BlackBox Arts & Cognition na Universidade Nova de Lisboa. É autor de várias obras apoiadas pela DgArtes/MC.

Mais informações:

Sobre o projeto TKB - Transmedia Knowledge Base for contemporary dance
Sobre o projeto Blackbox - Arts & Cognition

Palestra com Mariana Tengner Barros

10 maio 2018 | 14h00
Sala C.1.07

Mariana Tengner Barros, coreógrafa e performer, num contexto de parceria desenhada entre a BoCA e a Escola Superior de Dança, irá dar uma palestra aos alunos do 2º ano  (Turmas 41 e 42) do Curso de Licenciatura em Dança da ESD.

Nasceu em 1982 e é licenciada em dança pela Northern School of Contemporary Dance (Reino Unido, 2003). Completou o Programa de Estudo e Criação Coreográfica-PEPCC, do Fórum Dança (2009) e integrou o projeto Solo Performance Commissioning Project “At Once”, dirigido pela coreógrafa Deborah Hay (Findhorn, Escócia), em 2009.
Entre 2004 e 2005 foi artista associada da Northern School of Contemporary Dance, onde coreografou BEST IMITATION OF MYSELF para a companhia VERVE05, e cofundou, com Said Dakash, o coletivo artístico The Resistance Movement, em Leeds.

Criou e interpretou: AND SO?…THE END (2010); APRÈS LE BAIN (2011) THE TRAP (2011), vencedor do Prémio do Público Jardin D’Europe, Áustria; PEÇA DO CORAÇÃO: FOR HIM (2012); A POWER BALLAD (2013) e RESSURECTION, duetos com o coreógrafo Mark Tompkins, THE WEATHER™ (2016) e EXI(S)TS (2018).
No Ballet Contemporâneo do Norte, criou END OF TRANSMISSION (2014), o solo MACHA (2015) e a peça infantil O NOME DA HISTÓRIA (2014). Para a companhia londrina Edge -The Place criou DANCE AGAINST THE MACHINE e RIDERS ON THE STAGE (2014/15).

Colaborou com vários artistas em diferentes projectos, salientando: Agnieszka Dmochowska Said Dakash, Raquel Castro, Elizabete Francisca, Pedro Bandeira, António Mv, Nuno Miguel, Rogério Nuno Costa, Vânia Rovisco, Nuno Ferreira, Filipe Lopes, João Costa Espinho, João Ferro Martins, João Pedro Vale & Nuno Alexandre Ferreira, Abraham Hurtado, Mark Tompkins, Davis Freeman e Meg Stuart.
Como intérprete destaca o trabalho com os criadores Meg Stuart, Filip van Huffell, Né Barros, Francisco Camacho, Jerôme Bel, Carlota Lagido, Tiago Cadete, Rafael Alvarez, John Romão, Rogério Nuno Costa e Dinis Machado.
Fundou a Associação A BELA, em 2013, da qual é diretora artística.

A BoCA de Mariana Tengner Barros

Nos últimos anos, a coreógrafa e bailarina Mariana Tengner Barros tem a necessidade de procurar memórias adormecidas do inconsciente coletivo, rituais invocados, inventados, o despertar de entidades. No contexto da BoCA Bienal criou, em 2017, a performance duracional de 5h, "Instruction for the Gods - i4G", para o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, em que concebeu 9 danças mantras que protagonizou com a colaboração do músico Johnny Kadaver e do estilista Estelita Mendonça,
Sob o pretexto de uma parceria desenhada entre a BoCA e a Escola Superior de Dança, incia-se o ciclo de encontros "A BoCA de" que convida artistas diferentes a falarem do seu trabalho em torno da bienal BoCA. A 10 de maio (14h-15h30), Mariana Tengner Barros desloca-se à ESD para falar do seu trabalho e dialogar com a comunidade académica.

www.bocabienal.org
facebook.com/boca.bienal