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 IPL2033 esteve na Escola Superior de Dança A 2.ª sessão de reflexão do Projeto IPL2033, uma iniciativa do Conselho Geral do Politécnico de Lisboa, em articulação com a Presidência, realizou-se na Escola Superior de Dança (ESD), no dia 2 de fevereiro de 2026, no campus do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), com o objetivo desenhar uma estratégia de desenvolvimento comum e sustentada para a instituição.A iniciativa, que está a percorrer as Escolas do IPL ao longo do ano letivo de 2025/2026, realiza-se no dia 23 de fevereiro, na Escola Superior de Educação de Lisboa, entre as 14h00 e as 18h00.A sessão da ESD do Projeto IPL2033 contou, para além da comunidade IPL, com a presença do presidente do Politécnico de Lisboa, António Belo, e do presidente do Conselho Geral do IPL, David Justino, que abriu os trabalhos com a apresentação do enquadramento, dos objetivos e do método do IPL2033. David Justino referiu se tratar de um processo construído com base na escuta e participação da comunidade académica, com uma visão “de baixo para cima”, a partir dos contributos das Escolas e dos diferentes corpos, com vista à elaboração de um documento estratégico que reflita as ideias e reflexões recolhidas ao longo das sessões.A metodologia proposta de reflexão parte de três perguntas orientadoras: o que o IPL é hoje, o que pretende ser em 2033 e o que é necessário fazer para lá chegar, incluindo o contributo específico de cada Escola para esse caminho comum.Entre os tópicos de discussão, esteve a reflexão sobre identidade e marca institucional, questionando se a marca IPL traduz a identidade da instituição e que oportunidades (ou desafios) uma eventual evolução de designação pode representar em termos de imagem e posicionamento. Nesta linha, David Justino salientou que a mudança não se esgota em enquadramentos formais, mas sobretudo nas escolhas internas e na estratégia definida em resposta aos desafios que o ensino superior enfrenta.  Outro ponto central foi a diversidade do IPL e a necessidade de identificar aquilo que une as Escolas, transformando essa diversidade numa vantagem. Na ESD, a discussão foi enquadrada pela ideia de um “triângulo” de dimensões que coabitam no Politécnico de Lisboa: conhecimento, tecnologia e artes, e a forma como esta combinação pode reforçar a identidade e o valor acrescentado do IPL.A sessão incluiu ainda uma análise de indicadores de caracterização do Politécnico de Lisboa, com foco na atratividade e na evolução do número de candidatos e estudantes, bem como em desafios associados ao contexto competitivo da Área Metropolitana de Lisboa. Foram também abordadas dimensões relacionadas com publicações científicas, recursos humanos e financiamento, incluindo o impacto das alterações no modelo de financiamento do ensino superior e as dificuldades acrescidas de acesso a fundos estruturais na região de Lisboa.  Ver Galeria no Flickr Texto de MFC/GCIImagens de BP/GCI 
Projeto “Descodificar o cérebro com o corpo” cruza dança, neurociência e inteligência artificial A Escola Superior de Dança (ESD) participou no projeto interdisciplinar “Descodificar o cérebro com o corpo”, uma iniciativa que uniu arte, ciência e tecnologia numa apresentação ao vivo realizada a 23 de janeiro, no Técnico Innovation Center, powered by Fidelidade. O evento resultou de uma colaboração entre o Instituto de Sistemas e Robótica (ISR-Lisboa) do Instituto Superior Técnico e a Escola Superior de Dança, reunindo investigadores, músicos e bailarinos num diálogo criativo que explorou a relação entre mente, movimento e inteligência artificial.   A apresentação combinou dança contemporânea e música inspirada em Bach, demonstrando como o movimento corporal pode tornar visível a atividade mental. A investigação científica associada ao projeto utiliza ferramentas de inteligência artificial para analisar e interpretar sinais cerebrais, permitindo compreender de que forma o pensamento, a perceção e a imaginação se traduzem em ação física e expressão artística.A coreografia foi criada pela professora Sylvia Rijmer, com a colaboração de investigadores e artistas de diferentes áreas, envolvendo estudantes-bailarinos que participaram ativamente no processo criativo e performativo, reforçando o caráter colaborativo entre ciência e artes performativas.A participação da ESD neste projeto representa um exemplo concreto das oportunidades formativas proporcionadas aos seus estudantes, permitindo-lhes integrar contextos de criação artística inovadores e projetos de investigação internacionais. Iniciativas como “Descodificar o cérebro com o corpo” abrem novos caminhos na dança contemporânea, promovendo experiências interdisciplinares que demonstram como a neurociência e a inteligência artificial podem revelar o pensamento em movimento — onde a ciência encontra a arte e o corpo se transforma em linguagem.Este projeto reforça o compromisso da Escola Superior de Dança com a formação artística contemporânea, incentivando a experimentação, a colaboração e a integração entre criação artística e investigação científica.  Sinopse Quando os bailarinos contemporâneos se movem, o pensamento torna-se visível. Cada gesto é uma decisão, cada frase um padrão vivo, moldado pelo conhecimento incorporado pela inteligência motora e pela imaginação. O movimento revela o cérebro em ação, ativando a memória, a percepção e a imagética motora num diálogo contínuo entre corpo e mente. Criação | Figurinos: Sylvia RijmerAssistente de Ensaio: Franck BaranekCientistas: Patrícia Figueiredo, Athanasios Vourvopoulos, Madalena Valente, Daniela Esteves, Jean-Claude FernandesInterpretação: Bruna Miranda, Carolina Pica, Catarina Dias, David Pinto, Inês Rodrigues, Ìsis Zarcos, Joana Teixeira, Lara Sanchéz, Mafalda Tavares, Maria Pereira, Mariana Mendes, Marta Nunes, Nelma Santos, Patrícia Duarte, Paulo Diego, Ricardo EstevesMúsica:  Ensemble Alorna Concerto para 2 violinos, em Dó menor, de Bach (BWV 1043)Músicos: Tera Shimizu (Direção Artística/Violino Solo 1), Zachary Spontak (Violino Solo 2), Maria José Laginha (Violino 1), Bernardo Barreira (Violino 2), Nuno Soares (Viola), Martin Henneken (Violoncelo), Duncan Fox  (contrabaixista)Cabelo e Maquilhagem: Nelma Santos em colaboração com os intérpretesFotografias: Escola Superior de Dança
No dia 9 de janeiro realizou-se uma Masterclass de Dança Clássica no âmbito da unidade curricular Metodologias e Didáticas da Dança Clássica I, ministrada pela Professora Vera Amorim. A iniciativa proporcionou aos estudantes do Mestrado em Ensino de Dança uma experiência formativa de elevado valor pedagógico e artístico.A sessão contou com a participação do reconhecido profissional da área da dança, José Luis Vieira, que partilhou conhecimentos, metodologias e vivências do contexto profissional, promovendo um contacto direto com a realidade do ensino e da prática da dança clássica.A aula teve acompanhamento ao piano pelo Professor Rafael Araújo, elemento que enriqueceu significativamente a experiência, contribuindo para uma maior sensibilidade musical e artística durante o trabalho desenvolvido.Esta masterclass reforçou a importância da articulação entre a formação académica e a prática artística, promovendo uma aprendizagem mais completa, crítica e inspiradora para o futuro ensino da dança clássica.