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Estudantes da Escola Superior de Dança atuam nas comemorações dos 40 anos do Politécnico de Lisboa“Celebrar 40 anos é muito mais do que assinalar uma data. É reconhecer um percurso coletivo feito de visão, coragem e compromisso com o ensino superior e com o desenvolvimento do país.” Foi desta forma que o Presidente do Politécnico de Lisboa, António Belo, assinalou os 40 anos da instituição, na cerimónia comemorativa que juntou mais de 300 convidados, no dia 24 de março de 2026, na Casa do Artista – Teatro Armando Cortez, em Lisboa.O momento central da sessão foi a homenagem à coreógrafa Olga Roriz, distinguida com a Medalha de Ouro de Conhecimento do Politécnico de Lisboa, em reconhecimento público pelo percurso de vida enquanto bailarina e coreógrafa portuguesa e contributo para a dança contemporânea em Portugal.Conhecida como uma das figuras mais marcantes da criação coreográfica em Portugal, Olga Roriz construiu, ao longo de várias décadas, uma obra de referência, afirmando uma linguagem própria, profundamente ligada ao corpo, à interpretação e à dimensão humana da dança. A homenagem incluiu ainda a apresentação da peça “A Sagração da Primavera” por 23 estudantes da Escola Superior de Dança, e coreografada pela docente Sylvia Rijmer, num momento particularmente simbólico da cerimónia.Num contexto de celebração e reconhecimento, esta atuação afirmou-se como uma homenagem viva à obra de Olga Roriz e ao impacto duradouro da dança na cultura contemporânea. Constituindo assim um momento de grande significado, não só pela ligação à obra de uma das figuras mais marcantes da dança contemporânea em Portugal, mas também pelo reconhecimento do papel da formação artística na construção do panorama cultural nacional.No discurso de agradecimento, Olga Roriz recebeu a distinção como um sinal de esperança e sublinhou a importância da arte e da dança enquanto espaço essencial de desenvolvimento humano. “Uma sociedade que dança, ou que se permite ser tocada pela dança, é uma sociedade mais sensível ao outro, mais disponível para compreender aquilo que não cabe nas palavras”, disse a homenageada.A coreógrafa deixou ainda uma mensagem à juventude que estuda e inicia o seu percurso nesta área, sublinhando a dança como um espaço de descoberta, disciplina e criação, e reconhecendo também o papel de todas as equipas artísticas, técnicas e de bastidores que tornam possível o trabalho em palco.A participação dos estudantes da Escola Superior de Dança reforça a importância da ligação entre ensino, criação artística e prática performativa, evidenciando o talento e a qualidade da formação desenvolvida na instituição. Ver Galeria no Flickr Texto Adaptado de MFC/GCIImagens de BP/GCI
A Escola Superior de Dança esteve em destaque, dia 24 de Março, numa emissão especial do programa da manhã da  Antena 2, conduzido por André Cunha Leal, assinalando o Dia Internacional do Estudante.A participação contou com a presença de duas estudantes da ESD, Isabela Mota e Carina Fernandes, que partilharam o que significa viver a dança no dia a dia, entre desafios, dedicação e paixão pela arte.Durante a conversa, as estudantes refletiram sobre o seu percurso académico e sobre o papel da dança no panorama artístico em Portugal, destacando a importância da formação, da comunidade artística e das oportunidades de crescimento proporcionadas pelo ensino superior artístico.Num ambiente próximo e inspirador, foram também abordados temas como a exigência da prática diária, a construção de identidade artística e o contributo da dança para a cultura contemporânea.A presença da Escola Superior de Dança nesta emissão especial reforça o seu compromisso com a promoção da dança e com a valorização do percurso dos seus estudantes, dando voz às novas gerações de artistas em formação.
No dia 18 de março, realizou-se, na ESD, a cerimónia de tomada de posse da nova Presidente do Conselho Técnico-Científico para o mandato 2026/30, a Professora Ana Silva Marques.A cerimónia contou com a presença do Presidente do Politécnico de Lisboa (IPL), Professor António Belo, do Diretor da Escola Superior de Dança, Dr. Samuel Rego e de docentes e pessoal técnico-administrativo e de gestão, celebrando um momento marcado pela presença e apoio da comunidade académica.O Presidente do Politécnico de Lisboa (IPL) deu início à sessão, destacando o compromisso de Ana Silva Marques com a instituição e com a Escola Superior de Dança, sublinhando também os desafios que se colocam atualmente ao ensino superior e a importância de continuar a fortalecer o trabalho desenvolvido pela ESD.Na sua intervenção, deixou ainda uma nota de agradecimento ao conselho cessante pelo trabalho desenvolvido, bem como votos de sucesso à nova presidência do Conselho, reafirmando o apoio e o reconhecimento do IPL a este mandato. Após tomar posse, Ana Silva Marques agradeceu a confiança da comunidade académica e destacou o compromisso perante este novo desafio, valorizando a visão de comunidade alargada, através do trabalho colaborativo entre docentes e pessoal técnico-administrativo e de gestão. A terminar, expressou o seu empenho e dedicação “Esta que é a minha casa. Foi aqui que eu cresci” reafirmando o compromisso de continuar a trabalhar para que a ESD seja cada vez mais uma instituição de sucesso e de reconhecimento.
A Escola Superior de Dança (ESD) recebeu, no passado dia 20 de fevereiro, 15 estudantes do 7.º ano do Curso Básico de Dança da Academia de Música de Vilar do Paraíso (AMVP), numa visita pedagógica pensada para aproximar as jovens estudantes do ensino superior artístico e proporcionar uma experiência inspiradora no universo da dança.A iniciativa teve como objetivo dar a conhecer o ambiente académico e artístico da escola, proporcionando às estudantes um contacto direto com o quotidiano formativo da ESD. Durante a visita, as alunas tiveram oportunidade de conhecer as instalações da instituição, bem como as condições e serviços disponíveis para quem frequenta a escola.O programa incluiu ainda uma atividade prática — uma aula de movimento orientada pelo professor Jácome Filipe — que permitiu às participantes explorar o movimento, a expressão corporal e diferentes abordagens à criação em dança.A visita terminou com um momento especial, onde as estudantes puderam viver a experiência de um dia como alunas da ESD, assistindo à Aula de Técnica de Dança Clássica II, lecionada pela professora Sylvia Rijmer. Esta oportunidade permitiu observar de perto o trabalho técnico e artístico desenvolvido no ensino superior em dança, proporcionando um contacto direto com o rigor e a exigência da formação profissional nesta área.A Escola Superior de Dança continua, assim, a promover iniciativas de aproximação às escolas e jovens estudantes, incentivando o desenvolvimento artístico e o interesse pela formação superior em dança.  
 IPL2033 esteve na Escola Superior de Dança A 2.ª sessão de reflexão do Projeto IPL2033, uma iniciativa do Conselho Geral do Politécnico de Lisboa, em articulação com a Presidência, realizou-se na Escola Superior de Dança (ESD), no dia 2 de fevereiro de 2026, no campus do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), com o objetivo desenhar uma estratégia de desenvolvimento comum e sustentada para a instituição.A iniciativa, que está a percorrer as Escolas do IPL ao longo do ano letivo de 2025/2026, realiza-se no dia 23 de fevereiro, na Escola Superior de Educação de Lisboa, entre as 14h00 e as 18h00.A sessão da ESD do Projeto IPL2033 contou, para além da comunidade IPL, com a presença do presidente do Politécnico de Lisboa, António Belo, e do presidente do Conselho Geral do IPL, David Justino, que abriu os trabalhos com a apresentação do enquadramento, dos objetivos e do método do IPL2033. David Justino referiu se tratar de um processo construído com base na escuta e participação da comunidade académica, com uma visão “de baixo para cima”, a partir dos contributos das Escolas e dos diferentes corpos, com vista à elaboração de um documento estratégico que reflita as ideias e reflexões recolhidas ao longo das sessões.A metodologia proposta de reflexão parte de três perguntas orientadoras: o que o IPL é hoje, o que pretende ser em 2033 e o que é necessário fazer para lá chegar, incluindo o contributo específico de cada Escola para esse caminho comum.Entre os tópicos de discussão, esteve a reflexão sobre identidade e marca institucional, questionando se a marca IPL traduz a identidade da instituição e que oportunidades (ou desafios) uma eventual evolução de designação pode representar em termos de imagem e posicionamento. Nesta linha, David Justino salientou que a mudança não se esgota em enquadramentos formais, mas sobretudo nas escolhas internas e na estratégia definida em resposta aos desafios que o ensino superior enfrenta.  Outro ponto central foi a diversidade do IPL e a necessidade de identificar aquilo que une as Escolas, transformando essa diversidade numa vantagem. Na ESD, a discussão foi enquadrada pela ideia de um “triângulo” de dimensões que coabitam no Politécnico de Lisboa: conhecimento, tecnologia e artes, e a forma como esta combinação pode reforçar a identidade e o valor acrescentado do IPL.A sessão incluiu ainda uma análise de indicadores de caracterização do Politécnico de Lisboa, com foco na atratividade e na evolução do número de candidatos e estudantes, bem como em desafios associados ao contexto competitivo da Área Metropolitana de Lisboa. Foram também abordadas dimensões relacionadas com publicações científicas, recursos humanos e financiamento, incluindo o impacto das alterações no modelo de financiamento do ensino superior e as dificuldades acrescidas de acesso a fundos estruturais na região de Lisboa.  Ver Galeria no Flickr Texto de MFC/GCIImagens de BP/GCI