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A Escola Superior de Dança (ESD) recebeu, no passado dia 20 de fevereiro, 15 estudantes do 7.º ano do Curso Básico de Dança da Academia de Música de Vilar do Paraíso (AMVP), numa visita pedagógica pensada para aproximar as jovens estudantes do ensino superior artístico e proporcionar uma experiência inspiradora no universo da dança.A iniciativa teve como objetivo dar a conhecer o ambiente académico e artístico da escola, proporcionando às estudantes um contacto direto com o quotidiano formativo da ESD. Durante a visita, as alunas tiveram oportunidade de conhecer as instalações da instituição, bem como as condições e serviços disponíveis para quem frequenta a escola.O programa incluiu ainda uma atividade prática — uma aula de movimento orientada pelo professor Jácome Filipe — que permitiu às participantes explorar o movimento, a expressão corporal e diferentes abordagens à criação em dança.A visita terminou com um momento especial, onde as estudantes puderam viver a experiência de um dia como alunas da ESD, assistindo à Aula de Técnica de Dança Clássica II, lecionada pela professora Sylvia Rijmer. Esta oportunidade permitiu observar de perto o trabalho técnico e artístico desenvolvido no ensino superior em dança, proporcionando um contacto direto com o rigor e a exigência da formação profissional nesta área.A Escola Superior de Dança continua, assim, a promover iniciativas de aproximação às escolas e jovens estudantes, incentivando o desenvolvimento artístico e o interesse pela formação superior em dança.  
 IPL2033 esteve na Escola Superior de Dança A 2.ª sessão de reflexão do Projeto IPL2033, uma iniciativa do Conselho Geral do Politécnico de Lisboa, em articulação com a Presidência, realizou-se na Escola Superior de Dança (ESD), no dia 2 de fevereiro de 2026, no campus do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), com o objetivo desenhar uma estratégia de desenvolvimento comum e sustentada para a instituição.A iniciativa, que está a percorrer as Escolas do IPL ao longo do ano letivo de 2025/2026, realiza-se no dia 23 de fevereiro, na Escola Superior de Educação de Lisboa, entre as 14h00 e as 18h00.A sessão da ESD do Projeto IPL2033 contou, para além da comunidade IPL, com a presença do presidente do Politécnico de Lisboa, António Belo, e do presidente do Conselho Geral do IPL, David Justino, que abriu os trabalhos com a apresentação do enquadramento, dos objetivos e do método do IPL2033. David Justino referiu se tratar de um processo construído com base na escuta e participação da comunidade académica, com uma visão “de baixo para cima”, a partir dos contributos das Escolas e dos diferentes corpos, com vista à elaboração de um documento estratégico que reflita as ideias e reflexões recolhidas ao longo das sessões.A metodologia proposta de reflexão parte de três perguntas orientadoras: o que o IPL é hoje, o que pretende ser em 2033 e o que é necessário fazer para lá chegar, incluindo o contributo específico de cada Escola para esse caminho comum.Entre os tópicos de discussão, esteve a reflexão sobre identidade e marca institucional, questionando se a marca IPL traduz a identidade da instituição e que oportunidades (ou desafios) uma eventual evolução de designação pode representar em termos de imagem e posicionamento. Nesta linha, David Justino salientou que a mudança não se esgota em enquadramentos formais, mas sobretudo nas escolhas internas e na estratégia definida em resposta aos desafios que o ensino superior enfrenta.  Outro ponto central foi a diversidade do IPL e a necessidade de identificar aquilo que une as Escolas, transformando essa diversidade numa vantagem. Na ESD, a discussão foi enquadrada pela ideia de um “triângulo” de dimensões que coabitam no Politécnico de Lisboa: conhecimento, tecnologia e artes, e a forma como esta combinação pode reforçar a identidade e o valor acrescentado do IPL.A sessão incluiu ainda uma análise de indicadores de caracterização do Politécnico de Lisboa, com foco na atratividade e na evolução do número de candidatos e estudantes, bem como em desafios associados ao contexto competitivo da Área Metropolitana de Lisboa. Foram também abordadas dimensões relacionadas com publicações científicas, recursos humanos e financiamento, incluindo o impacto das alterações no modelo de financiamento do ensino superior e as dificuldades acrescidas de acesso a fundos estruturais na região de Lisboa.  Ver Galeria no Flickr Texto de MFC/GCIImagens de BP/GCI 
Projeto “Descodificar o cérebro com o corpo” cruza dança, neurociência e inteligência artificial A Escola Superior de Dança (ESD) participou no projeto interdisciplinar “Descodificar o cérebro com o corpo”, uma iniciativa que uniu arte, ciência e tecnologia numa apresentação ao vivo realizada a 23 de janeiro, no Técnico Innovation Center, powered by Fidelidade. O evento resultou de uma colaboração entre o Instituto de Sistemas e Robótica (ISR-Lisboa) do Instituto Superior Técnico e a Escola Superior de Dança, reunindo investigadores, músicos e bailarinos num diálogo criativo que explorou a relação entre mente, movimento e inteligência artificial.   A apresentação combinou dança contemporânea e música inspirada em Bach, demonstrando como o movimento corporal pode tornar visível a atividade mental. A investigação científica associada ao projeto utiliza ferramentas de inteligência artificial para analisar e interpretar sinais cerebrais, permitindo compreender de que forma o pensamento, a perceção e a imaginação se traduzem em ação física e expressão artística.A coreografia foi criada pela professora Sylvia Rijmer, com a colaboração de investigadores e artistas de diferentes áreas, envolvendo estudantes-bailarinos que participaram ativamente no processo criativo e performativo, reforçando o caráter colaborativo entre ciência e artes performativas.A participação da ESD neste projeto representa um exemplo concreto das oportunidades formativas proporcionadas aos seus estudantes, permitindo-lhes integrar contextos de criação artística inovadores e projetos de investigação internacionais. Iniciativas como “Descodificar o cérebro com o corpo” abrem novos caminhos na dança contemporânea, promovendo experiências interdisciplinares que demonstram como a neurociência e a inteligência artificial podem revelar o pensamento em movimento — onde a ciência encontra a arte e o corpo se transforma em linguagem.Este projeto reforça o compromisso da Escola Superior de Dança com a formação artística contemporânea, incentivando a experimentação, a colaboração e a integração entre criação artística e investigação científica.  Sinopse Quando os bailarinos contemporâneos se movem, o pensamento torna-se visível. Cada gesto é uma decisão, cada frase um padrão vivo, moldado pelo conhecimento incorporado pela inteligência motora e pela imaginação. O movimento revela o cérebro em ação, ativando a memória, a percepção e a imagética motora num diálogo contínuo entre corpo e mente. Criação | Figurinos: Sylvia RijmerAssistente de Ensaio: Franck BaranekCientistas: Patrícia Figueiredo, Athanasios Vourvopoulos, Madalena Valente, Daniela Esteves, Jean-Claude FernandesInterpretação: Bruna Miranda, Carolina Pica, Catarina Dias, David Pinto, Inês Rodrigues, Ìsis Zarcos, Joana Teixeira, Lara Sanchéz, Mafalda Tavares, Maria Pereira, Mariana Mendes, Marta Nunes, Nelma Santos, Patrícia Duarte, Paulo Diego, Ricardo EstevesMúsica:  Ensemble Alorna Concerto para 2 violinos, em Dó menor, de Bach (BWV 1043)Músicos: Tera Shimizu (Direção Artística/Violino Solo 1), Zachary Spontak (Violino Solo 2), Maria José Laginha (Violino 1), Bernardo Barreira (Violino 2), Nuno Soares (Viola), Martin Henneken (Violoncelo), Duncan Fox  (contrabaixista)Cabelo e Maquilhagem: Nelma Santos em colaboração com os intérpretesFotografias: Escola Superior de Dança
No dia 9 de janeiro realizou-se uma Masterclass de Dança Clássica no âmbito da unidade curricular Metodologias e Didáticas da Dança Clássica I, ministrada pela Professora Vera Amorim. A iniciativa proporcionou aos estudantes do Mestrado em Ensino de Dança uma experiência formativa de elevado valor pedagógico e artístico.A sessão contou com a participação do reconhecido profissional da área da dança, José Luis Vieira, que partilhou conhecimentos, metodologias e vivências do contexto profissional, promovendo um contacto direto com a realidade do ensino e da prática da dança clássica.A aula teve acompanhamento ao piano pelo Professor Rafael Araújo, elemento que enriqueceu significativamente a experiência, contribuindo para uma maior sensibilidade musical e artística durante o trabalho desenvolvido.Esta masterclass reforçou a importância da articulação entre a formação académica e a prática artística, promovendo uma aprendizagem mais completa, crítica e inspiradora para o futuro ensino da dança clássica. 
Encontra-se em curso a preparação do Terceiro Volume, numero 1, da revista RHINOCERVS: Cinema, Dança, Música, Teatro, com publicação prevista para junho de 2026, em formato exclusivamente online. Este número contará com um dossiê temático dedicado à “Arte no Feminino”, contando com a coordenação das editoras convidadas Mirian Tavares e María Jesús Botana Vilar.Embora a arte devesse ser definida pela prática e não pelo género, continuam a persistir desigualdades estruturais no reconhecimento das mulheres no campo artístico, em particular numa História da Arte construída maioritariamente por e sobre homens, que durante décadas as relegou para a invisibilidade ou marginalidade. Apesar dos avanços recentes na visibilidade e na revisão crítica dessas narrativas, o reconhecimento das mulheres artistas permanece insuficiente, como tem demonstrado a investigação feminista ao evidenciar a sua exclusão dos cânones, dos discursos críticos e das instituições culturais, tornando indispensável a continuidade de uma reflexão crítica sobre os modos como a arte é escrita, exibida e valorizada.Neste contexto, o Call for Papers convida à submissão de artigos que abordem a Arte no Feminino a partir de múltiplas perspetivas, tanto centradas na prática artística — incluindo reflexões de artistas, investigações baseadas em processos criativos, artistic research, práticas curatoriais e projetos experimentais — como a partir de abordagens históricas, críticas e teóricas. São particularmente valorizados contributos que articulem prática e teoria, propondo metodologias situadas e estratégias críticas que promovam uma compreensão mais plural da produção artística das mulheres.As submissões devem ser efetuadas através da plataforma da revista, onde se encontram disponíveis as normas para autores e aceitam-se submissões em permanência > https://journals.ipl.pt/rhinocervs/about/submissions Temas-chave:Prática artística e género: processos criativos, metodologias e modos de fazerArtistic research / practice-based research a partir de perspetivas feministas ou situadasRevisões críticas do cânone e reescritas da História da ArteAutoria, génio e valor artístico: abordagens históricas, críticas e contemporâneasCorpo, materialidade e experiência na produção artística das mulheresPráticas curatoriais, regimes de visibilidade e instituições de legitimaçãoEstratégias de resistência, subversão e reapropriação na arte contemporâneaInterseccionalidade: género em articulação com raça, classe e sexualidadeA data limite para submissão de artigos para este dossiê é 15 de fevereiro de 2026. Minibiografias das editoras convidadas:Mirian Tavares é Professora Catedrática em Artes na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, Vice-Coordenadora do Centro de Investigação em Artes e Comunicação (CIAC) e Diretora do Doutoramento em Média-Arte Digital. Integra ainda a direção da Licenciatura em Artes Visuais e do Mestrado em Processo de Criação. Desenvolve investigação e publicação na confluência de várias formas artísticas e foi consultora do projeto “SPECULUM – Filmar-se e Ver-se ao Espelho”, financiado pela FCT.María Jesús Botana Vilar é Professora Auxiliar da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, membro do Conselho Científico do CIAC e Diretora do Centro de Estudos Galegos. Colabora com o ADHUC – Centre de Recerca Teoria, Gènere, Sexualitat da Universidade de Barcelona e com o Instituto de Investigaciones Feministas da Universidade Complutense de Madrid.
No dia 4 de dezembro, a Escola Superior de Dança abriu as portas a toda a comunidade para acolher mais uma apresentação de Repertório Português, desta vez com excertos da obra “Sagração da Primavera”, de Olga Roriz, no âmbito da unidade curricular Estudos de Repertório Português, ministrada pela Professora Sylvia Rijmer.Foram muitas as pessoas que se juntaram a nós para assistir ao trabalho desenvolvido pela Turma 52, do 3.º Ano da Licenciatura em Dança, que trouxe ao estúdio uma interpretação intensa, rigorosa e profundamente ligada ao legado artístico desta criação.A apresentação refletiu o envolvimento dos estudantes com a obra e com o peso histórico da estreia polémica de Nijinsky/Stravinsky, agora revisitada numa perspetiva contemporânea, através de uma visão intensa e envolvente da peça, inspirada na linguagem coreográfica de Olga Roriz — uma abordagem que destaca o poder da sua sagração da primavera que atravessa toda a obra.  Um dos momentos mais significativos desta aula aberta foi a honrosa presença da coreografa Olga Roriz na ESD, permitindo aos alunos um contacto direto com uma das figuras centrais da Dança em Portugal. Esta proximidade com criadores e intérpretes profissionais reforça o compromisso da Escola Superior de Dança com a formação artística de excelência e com a transmissão viva do património coreográfico nacional.  “O tempo parece não ter passado desde a polémica estreia de Nijinsky/Stravinsky. Mas o tempo passou e a obra perdura no nosso imaginário cultural.O fascínio e respeito pela partitura foram determinantes para a minha interpretação, construção dramatúrgica e coreográfica da peça. A fidelidade ao guião de Stravinsky foi, desde o início, o único caminho com o qual me propus confrontar.No entanto, dois aspectos se distanciaram do conceito original. Visões personalizadas que imprimem à história numa lógica mais possível à minha compreensão, mais aprazível à minha manipulação. Em primeiro lugar concedi ao personagem do Sábio um protagonismo invulgar, sendo ele que inicia a peça. Ainda em silêncio e durante todo o Prelúdio habita o espaço solitário e vazio traçando nos seus gestos um percurso de premunição, antecipação e preparação do terreno para o ritual.A segunda opção, que se distancia drasticamente do conceito original, reside no facto de o personagem da Eleita não ser tratada como uma vítima no sentido dramático da questão. A minha Eleita sente-se uma privilegiada e quer dançar até sucumbir. Em nenhum momento se sente obrigada ou castigada nem o medo a invade. Ela expõe a sua força e energia vitais lutando cegamente contra o cansaço.” – Olga Roriz Texto e fotografia da autoria do Centro de Produção
Gabinetes de Comunicação do IPL reúnem-se em Benfica“Não conseguimos desenvolver as nossas instituições sem uma comunicação forte. Precisamos de reforçar a ligação entre as escolas e a presidência, e de comunicar mais aquilo que fazemos em conjunto enquanto Politécnico”, referiu António Belo, presidente do IPL, no encontro que reuniu as equipas de comunicação das oito escolas do IPL e dos serviços da presidência da instituição, no dia 29 de outubro de 2025, na Residência Universitária de Benfica-Calhariz.Na sessão, organizada pelo Gabinete de Comunicação e Imagem dos serviços da presidência do IPL, António Belo, destacou a importância crescente da comunicação no desenvolvimento institucional e no fortalecimento da identidade coletiva do IPL. O presidente da instituição recordou os primeiros encontros de comunicação realizados no início do seu percurso no Politécnico de Lisboa e a evolução do papel da comunicação ao longo dos anos. Um dos principais temas em destaque foi o desafio de construir uma comunicação integrada, capaz de valorizar as especificidades de cada escola e, simultaneamente, consolidar a marca institucional, num contexto de transformações no ensino superior, que inclui a futura transição para Universidade Politécnica de Lisboa.O presidente do IPL sublinhou o desafio de refletirmos como agregar mais a marca de cada escola à marca do Politécnico, sem enfraquecer as identidades próprias de cada escola, mas fortalecê-las através da associação.A sessão incluiu ainda um momento de brainstorming dedicado à presença do Politécnico de Lisboa na Futurália em 2026, que serviu de ponto de partida para a definição de ideias e propostas conjuntas a desenvolver ao longo dos próximos meses. O encontro terminou com um almoço entre todos. Ver Galeria no FlickrTexto de MFC/GCIImagens de BP/GCIVideo de BP/GCI